Em diversos segmentos da indústria moderna, a presença de substâncias inflamáveis é comum e inevitável.
No entanto, quando essas substâncias, como gases, vapores ou poeiras, estão em suspensão no ar, podem formar o que se conhece como atmosferas potencialmente explosivas.
É nesses casos que entram em cena as áreas classificadas, ambientes que exigem cuidados específicos, equipamentos certificados e normas rigorosas de segurança para evitar acidentes.
Mas afinal, quais setores industriais realmente precisam operar com áreas classificadas?
Entenda o que são áreas classificadas na indústria moderna
Áreas classificadas são locais onde existe risco de explosão ou incêndio devido à presença de materiais inflamáveis no ambiente.
Sendo assim, esses materiais podem ser gases, vapores, líquidos ou poeiras combustíveis que, ao entrarem em contato com uma fonte de ignição, como uma faísca elétrica ou calor excessivo, podem causar acidentes graves.
Locais com gases, vapores ou poeiras combustíveis exigem proteção
Esses ambientes são encontrados tanto em grandes indústrias quanto em setores menores, e seu risco está diretamente ligado à presença e frequência dessas substâncias no ar.
Para prevenir acidentes, é essencial serem utilizados equipamentos Ex, ou seja, dispositivos à prova de explosão, desenvolvidos especialmente para operar de forma segura em áreas classificadas.
Atmosferas potencialmente explosivas precisam de equipamentos Ex
A instalação de equipamentos que não sejam certificados pode gerar faíscas, superaquecimento ou curtos-circuitos, representando um grande perigo.
Por isso, dispositivos como rádios, sensores, luminárias, tablets, smartphones e até relógios inteligentes usados nesses locais devem ter certificações como ATEX, IECEx e INMETRO, que validam sua segurança em Zonas 1/21 e 2/22.
Setor de petróleo e gás tem áreas classificadas
Um dos setores mais críticos no que diz respeito à segurança é o de petróleo e gás.
Desde a extração até o refino, as operações envolvem o manuseio constante de hidrocarbonetos e outros compostos inflamáveis, tornando imprescindível a identificação de áreas classificadas nas unidades operacionais.
Manipulação de hidrocarbonetos exige controle em Zonas 1/21 e 2/22
Nas plataformas de extração, oleodutos e refinarias, a presença de vapores inflamáveis é frequente, principalmente em pontos de vazamento ou durante operações de manutenção.
Sendo assim, essas zonas são classificadas segundo o risco e a frequência da presença desses vapores, e exigem controle rigoroso de ignição e equipamentos Ex apropriados.
Refino e extração criam ambientes com alta chance de ignição
Além dos riscos associados ao próprio petróleo, o processo de refino envolve altas temperaturas e reações químicas que podem gerar gases combustíveis.
Sem a proteção adequada, esses ambientes se tornam propensos a explosões, colocando em risco toda a operação e os trabalhadores envolvidos.
Indústrias química e petroquímica operam com materiais voláteis
Outro setor que naturalmente trabalha com áreas classificadas é o de indústrias química e petroquímica.
Dessa maneira, essas fábricas lidam diariamente com produtos altamente reativos e inflamáveis, como solventes, ácidos, álcoois, gases industriais e outros compostos químicos perigosos.
Solventes inflamáveis tornam ambientes críticos para explosões
A manipulação e o armazenamento de solventes geram vapores que, mesmo em pequenas concentrações, podem criar atmosferas explosivas.
Por isso, é comum que laboratórios, tanques de mistura, áreas de envase e estocagem sejam consideradas áreas classificadas.
Nesses espaços, qualquer equipamento, seja para automação, comunicação ou iluminação, precisa ser certificado para uso seguro.
Áreas de armazenamento e produção exigem dispositivos certificados
Além da produção, os galpões de armazenamento também representam risco, especialmente quando não há ventilação adequada.
A adoção de dispositivos Ex é essencial para manter a segurança durante o transporte interno de materiais, monitoramento de temperatura, controle de inventário e comunicação entre os operadores.
Segmento alimentício também apresenta riscos com poeiras combustíveis
Engana-se quem pensa que apenas a indústria química lida com áreas classificadas.
O segmento alimentício, especialmente na produção de farináceos e grãos, também enfrenta riscos com poeiras combustíveis.
Aquelas partículas finas em suspensão, muitas vezes invisíveis a olho nu, são inflamáveis e podem causar explosões de pó, um tipo de acidente grave e silencioso.
Moinhos e silos de grãos formam ambientes potencialmente explosivos
Locais como silos de estocagem, moinhos, esteiras transportadoras e misturadores acumulam partículas no ar que, ao entrarem em contato com uma fonte de ignição, podem desencadear explosões.
Por isso, essas instalações são reconhecidas como áreas classificadas e exigem equipamentos apropriados, com vedação adequada e proteção contra faíscas.
Açúcar, farinha e cacau geram partículas inflamáveis em suspensão
Produtos comuns como açúcar, farinha, leite em pó e cacau liberam partículas combustíveis durante o processo de moagem, peneiramento, secagem e empacotamento.
Mesmo em ambientes com boa ventilação, a presença contínua dessas partículas exige controle de ignição e uso de dispositivos certificados, como sensores, tablets EX, câmeras e painéis elétricos à prova de explosão.
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